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Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões. Sete horas. As notícias com Carlos Pedro. Jornal das sete na Rádio Observador. Uma nova vaga de ataques no Médio Oriente aconteceu esta madrugada. O Irão fechou por tempo indeterminado o estreito de Ormuz. O anúncio partiu da Marinha iraniana, de acordo com a televisão estatal iraniana IRIB. Em causa, várias embarcações que ignoraram avisos para corrigirem a rota e navegarem pelo corredor autorizado. Uma delas terá desligado os sistemas de identificação e foi interceptada depois de terem sido disparados tiros de advertência. A Marinha da Guarda Revolucionária Iraniana acrescenta que nenhuma embarcação poderá agora atravessar o estreito de Ormuz enquanto persistir a presença e a interferência dos Estados Unidos na região. O comunicado termina com o aviso de que, caso continuem os ataques norte-americanos e israelitas, as respostas do Irão serão ainda mais devastadoras. Entretanto, Estados Unidos e Irão trocaram mesmo vários ataques em grande escala depois da declaração de que estava fechado o estreito de Ormuz novamente. Washington atingiu 140 alvos militares do Irão. Já o Irão reivindicou ataques a bases aéreas norte-americanas de seis países do Golfo, Bahrein, Qatar, Jordânia, Kuwait, Omã e Emirados Árabes Unidos. Os ataques seguiram-se ao anúncio do encerramento do estreito de Ormuz. Já, entretanto, algumas reações do lado norte-americano, o secretário de Estado, Pete Hegseth, escreve na rede social X que o Irão vai pagar pela má escolha que fez. Já o presidente do Parlamento iraniano escreve que a era dos acordos bilaterais acabou. Falamos agora da crise de água em Almada. O arranque do novo furo para captar água estava agendado para o final do mês, mas o processo foi acelerado e vai começar a funcionar já hoje. Espera-se que consiga reforçar em cerca de 20% a distribuição na rede pública de Almada. De acordo com a CNN Portugal, esta captação suplementar assume um papel crucial para mitigar os problemas na região, que atravessou vários dias de interrupções na distribuição de água. Os responsáveis pelo processo dizem que o sistema foi montado e testado num prazo recorde, o que permitiu antecipar bastante os prazos definidos no início, que apontavam para a entrada em funcionamento apenas no final do mês. Desde quinta-feira, não há qualquer interrupção no fornecimento de água em todo o Conselho, além dos cortes noturnos programados, com vista à rápida recuperação do abastecimento. Nesta última madrugada, foram 10 as localidades afetadas por esses cortes. E nos exames nacionais, a FENPROF vai avançar com uma denúncia formal junto da Procuradoria-Geral da República para abrir um inquérito às notas dos exames nacionais. Em comunicado, a estrutura que representa os docentes refere que vai submeter o documento na próxima sexta-feira, dia 17, precisamente o dia da publicação das pautas. A intenção é atribuir responsabilidades sobre o nível de segurança e de confiança do programa informático que está a ser utilizado. No texto emitido, a Federação realça que os professores não assumem culpas por falhas sistêmicas que não controlam. Ao mesmo tempo, há relatos de que muitos professores corretores continuam sem receber os exames nacionais físicos que estão em falta. E o ministro da Economia admite que o novo método de avaliação dos exames nacionais falhou, embora afirme que não se vive nenhuma catástrofe. À entrevista à SIC Notícias, Manuel Castro Almeida assegura que o ministro da Educação domina por completo os acontecimentos. Ainda assim, o membro do governo confessa que estaria apreensivo caso tivesse um filho a realizar exames nesta altura. Se tivesse filho a realizar exames, era capaz de estar um bocadinho preocupado, sim. Acho que houve aqui uma perturbação, houve um abanão, que causa intranquilidade, mas o ministro já veio dizer que está em condições de garantir tranquilidade três dias depois. Um atraso de três dias também não é uma coisa desastrosa. Não é uma boa situação, quando as coisas correm mal, correm mal, mas não é nenhum desastre quando estão controladas. A situação correu mal, mas está sob controle. O ministro está a dominar a situação. Manuel Castro Almeida, o ministro da Economia, reconhece também que atingir o objetivo de 3,4% de crescimento da economia até 2028 vai ser altamente complexo e aponta o conflito do Médio Oriente e as tempestades de fevereiro como os entraves ao desenvolvimento econômico do país. O Bloco de Esquerda quer a saída imediata do ministro da Educação e propõe uma comissão parlamentar de inquérito ao caso dos exames nacionais, uma hipótese que não foi também descartada ontem pelo líder do PS, José Luís Carneiro. Agora, o Bloco de Esquerda atribui a Fernando Alexandra a culpa pelo colapso na gestão e na correção das avaliações do país e afirma que o ministro perdeu a legitimidade para continuar no cargo. José Manuel Pureza diz ainda que pagar horas extraordinárias aos professores é apenas o normal cumprimento da lei. Havendo trabalho suplementar, ele tem que ser evidentemente remunerado. Sobre isso, não há a menor das dúvidas. Há aqui um princípio básico do direito do trabalho, da decência, que é a remuneração do trabalho pela intensidade desse mesmo trabalho. E, portanto, é estranho que um dirigente político venha anunciar a remuneração do trabalho como se isso fosse uma coisa extraordinária. Não há nada de extraordinário, é apenas dizer aquilo que é uma verdade do senhor de La Palisse. Há trabalho, deve ser remunerado. O dirigente do Bloco de Esquerda, José Manuel Pureza, à saída de uma reunião interna da força política. Entretanto, a Federação Nacional de Educação classifica como justo e imperativo o pagamento das horas extra aos professores que corrigem estes testes. A FNE faz notar que constitui um dever legal e nunca um bônus excepcional Dia dois e último do Congresso do Livre. Termina hoje e Isabel Mendes Lopes e Jorge Pinto devem assumir a liderança partilhada do partido. Rui Tavares deixa o cargo de porta-voz após quatro anos, propondo-se a ficar na direção com o pelouro da estratégia, comunicação e formação. Os trabalhos deverão encerrar com uma intervenção da atual líder, Isabel Mendes Lopes, e do deputado Jorge Pinto, que se candidatam ao cargo de porta-vozes em dupla. Antes disso, pelas 10h30, está previsto um discurso da co-porta-voz do Partido Verde Europeu, Vula Zetsi. O Livre faz parte desta família europeia no Parlamento Europeu. Está definido o quadro das meias-finais do Mundial: França x Espanha e Inglaterra x Argentina são os jogos da próxima fase. Inglaterra venceu ontem a Noruega no prolongamento por 2 x 1. A formação dos Três Leões esteve a perder, graças a um grande gol de Cieldrup. Bellingham empatou na segunda parte e o mesmo Jude Bellingham deu a volta já no prolongamento. Os ingleses vão agora enfrentar a seleção da Argentina, que venceu nesta última madrugada a Suíça por 3 x 1. O jogo também teve de ir a prolongamento. Mac Allister, Julián Álvarez e Lautaro Martínez marcaram para a Argentina. Dan Ndoye fez o gol da Suíça. O jogo foi arbitrado pelo português João Pinheiro, que aos 72 minutos expulsou Breel Embolo da formação helvética. A Argentina segue assim em frente até às meias-finais, enfrenta uma Inglaterra que traz boas memórias. Os argentinos venceram em 1986, ano em que conquistaram a prova no jogo em que Maradona foi deus com os pés e com a mão. Mais recentemente, as duas seleções mediram forças no Mundial de 2002. Aí foi a Inglaterra a vencer por 1 x 0 na fase de grupos. Inglaterra x Argentina na quarta-feira, dia 15, às 20h. Na outra meia-final, a França x Espanha joga-se um dia antes, na terça-feira, dia 14, também às 20h. Fica por aqui este jornal. A informação regressa à Rádio Observador com a síntese das 19h30. Até já.